Faz tempo que não lhe vejo,
Para matar minha saudade,
Saciar todo o meu desejo.
Faz tempo que lhe espero,
Para acalmar toda ansiedade
E dizer como lhe quero.
Faz tempo que não percorro
O caminho da felicidade,
E descanso sobre seu corpo.
Faz tempo que não me quer
Mas não fala com sinceridade,
Rejeita-me sem perceber.
Faz tempo que não me nota
Inibe toda a visibilidade,
Desse amor que me devora.
Faz tempo que me pergunto
Até onde posso ir?
Pra lhe encontrar um segundo.
Faz tempo que essa brincadeira
Virou séria acuidade,
Mas somente para mim.
Vandia Alves

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Ah, escrever o quê? Serei nrepetitiva de novo ao declarar aqui, que você novamente escreveu meu momento em forma de poesia...Faz tempo... e a saudade dele é tão doida...

